
Potencialidades e desafios da bioeconomia na Amazônia marcam os debates da FIBAM 2025
02/06/2025
Sócio fundador da ABIPTI, Tecpar celebra 85 anos de fundação
05/06/2025O Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) realizou sua primeira reunião de 2025, estabelecendo um marco importante para as diretrizes e estratégias de apoio à ciência, tecnologia e inovação no Brasil.
A reunião teve como objetivo principal revisar projetos em andamento, discutir novas iniciativas e alinhar as prioridades estratégicas do fundo, e resultou na aprovação de duas novas linhas estratégicas à carteira de iniciativas do fundo: os programas “IA Brasil” e “SOS Clima Brasil”.
Com uma estimativa de R$ 96 bilhões para o período 2025-2029, o FNDCT contará com aproximadamente R$ 14,66 bilhões para 2025, já confirmados na atual Lei Orçamentária Anual (LOA). Desse montante, metade será destinada a projetos não reembolsáveis, e a outra metade a iniciativas reembolsáveis.
Os recursos totais do fundo serão aplicados ao longo do ano em empresas, universidades, instituições de pesquisa, pela Finep, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e por outras instituições vinculadas ao MCTI. A Finep atua como secretaria-executiva do FNDCT.

O conselho também promoveu a aprovação do Plano Anual de Investimentos para 2025 e de um planejamento plurianual abrangendo até 2029. Foi acertada ainda a revisão dos 10 programas existentes do FNDCT.
A reunião foi presidida pelo secretário-executivo do MCTI, Luis Manuel Rebelo Fernandes. Pela Finep, estiveram presentes o presidente Celso Pansera e os diretores Carlos Aragão, Elias Ramos e Janaína Prevot.
“Foi uma reunião importante do Conselho Diretor. Pela primeira vez em dois anos e meio, nós fizemos uma revisão completa dos programas de investimento do FNDCT”, disse o secretário-executivo do MCTI, Luis Fernandes.
O conselho também aprovou a ampliação do programa Conhecimento Brasil para abarcar não só a repatriação de talentos, como investimento na fixação de jovens pesquisadores e recém-doutores para evitar a evasão.
Além disso, foi fixada uma linha de atuação dedicada à popularização e defesa da ciência, que será desenvolvida pelo CNPq em parceria com as Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs).
Com informação do MCTI






