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02/07/2025O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) aprovou 143 novos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) com um investimento recorde de R$ 1,63 bilhão. Essa é a maior chamada pública da história do programa, representando um aumento de 20% em relação aos resultados preliminares.
Esse aumento só foi possível graças a um acréscimo de R$ 135,6 milhões em relação ao orçamento inicial, que era de R$ 1,5 bilhão, permitindo a contratação de mais projetos de pesquisa.
Para o presidente do CNPq, Ricardo Galvão, a chamada é um dos programas mais fundamentais de toda a ciência brasileira para fortalecer e aprimorar o nível da pesquisa no país.
“A chamada foi bastante robusta, um recorde histórico para chamadas em INCT, com uma demanda muito bem qualificada. Os INCTs são redes de alto nível, que produzem pesquisas de excelência”, destacou Galvão.
A chamada contou com a participação de nove fundações estaduais de amparo à pesquisa (FAPs), incluindo Fapesp, Faperj, Fapemig, Fapes, Fundect, Fundação Araucária, Fapepi, Fapeal e Fapergs, além da Capes e do Ministério da Saúde.
Com a aprovação dos 143 novos INCTs, o Brasil passará a contar com 243 institutos ativos, que tem o potencial de impulsionar o desenvolvimento científico e tecnológico no país, gerando benefícios para a sociedade e a economia.
Segundo a diretora de Cooperação Institucional, Internacional e Inovação do CNPq, Dalila Andrade Oliveira, o êxito do programa se deu através de uma ação bem articulada que contou com o apoio de importantes parcerias.
“Trata-se do maior edital em valores da história do CNPq, algo que só foi possível porque, além do importante aporte do FNDCT, contou com uma robusta parceria com nove FAPs, Ministério da Saúde e Capes”, avaliou Dalila.
Parcerias
O investimento total será de R$ 1,63 bilhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), geridos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e com a entrada de cinco novas fundações estaduais de amparo à pesquisa, dos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí, Alagoas e Rio Grande do Sul.
Programa estratégico para a ciência brasileira
Criado em 2008, o Programa INCT é uma política estratégica do MCTI em parceria com o CNPq e as FAPs. Os institutos reúnem redes multi-institucionais e interdisciplinares voltadas a temas complexos e prioritários para o país, com foco em excelência científica, cooperação internacional e aplicação em grandes desafios nacionais.






