
Nova lei reduz tributos para a indústria química e petroquímica
20/03/2026
Ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, confirma participação no XI Congresso ABIPTI 2026
27/03/2026A solenidade reuniu autoridades, pesquisadores e representantes da comunidade científica
O evento ocorrido nesta terça-feira (23), em Brasília, destacou a trajetória de uma das principais instituições de fomento à ciência no Brasil, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e contou com a presença de Diego Menezes, presidente da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI) e membro do Conselho Deliberativo do CNPq.
O CNPq chega a 2026 com cerca de 100 mil bolsistas ativos e R$ 7,9 bilhões investidos entre 2023 e 2025, um dos maiores ciclos recentes de financiamento à pesquisa no País. Ao longo de sua história, consolidou o papel do conhecimento como instrumento de desenvolvimento nacional, apoiando desde a iniciação científica até pesquisas de ponta em áreas estratégicas.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou o significado histórico da instituição: “Celebrar o CNPq é celebrar a escolha de um Brasil que decidiu apoiar sua inteligência, transformar talento em política pública e fazer do conhecimento um pilar do desenvolvimento”.
Entre os anúncios realizados durante a cerimônia estão o lançamento do Profix, programa de R$ 648 milhões para fixar jovens doutores no País; a continuidade do Edital Universal, que garante fomento amplo à pesquisa; e iniciativas voltadas à diversidade, como os editais Atlânticas/Beatriz Nascimento e Lélia Gonzalez. Também foi anunciada a criação das Redes Estaduais de Popularização da Ciência, com R$ 300 milhões em investimentos.
Diego Menezes ressaltou a importância estratégica da colaboração entre as instituições científicas e o CNPq como pilar para o avanço da inovação no país. “Celebrar os 75 anos do CNPq é ratificar seu protagonismo na formação de pesquisadores e no progresso nacional. É motivo de orgulho destacar a integração entre ciência, tecnologia e inovação como a rota fundamental para um Brasil mais soberano e competitivo”.
O presidente do CNPq, Olival Freire Junior, enfatizou a transição para uma fase de execução prática. “O momento exige converter estratégia em ação, garantindo que o conhecimento produzido se traduza em impacto real para a sociedade. Ao atingir o marco de sete décadas e meia, o CNPq se consolida como o motor de um novo ciclo para a ciência brasileira. Ao entrelaçar inovação e soberania, a instituição projeta o futuro sustentada por uma trajetória de excelência e pela capacidade contínua de transformar pesquisa em desenvolvimento concreto”, concluiu.

Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)

Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)

Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)

Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)

Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)

Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)






