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06/10/2025O presidente da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (ABIPTI), Diego Menezes, participou nesta quarta-feira (01), do seminário “Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Social”, promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Durante o seminário, o Secretário de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (SEDES) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Inácio Arruda, destacou as principais iniciativas da pasta voltadas à promoção da inclusão, da equidade e da transformação social por meio da ciência.
Em sua fala, Inácio Arruda reforçou que a missão da SEDES é “levar a ciência para onde ela é mais necessária: nos territórios vulneráveis, nas periferias, nas comunidades tradicionais e nos espaços onde a inovação pode mudar vidas”. Ele apresentou um panorama das ações em curso, com foco em três frentes estratégicas; tecnologia social e economia solidária, segurança alimentar e nutricional e tecnologia assistiva.
O seminário também contou com a participação do Coordenador de Economia Solidária do MCTI, David Santos, que ressaltou o papel da ciência na construção de alternativas econômicas inclusivas. “A economia solidária é uma expressão viva da inovação social. Quando apoiada por políticas públicas e tecnologia, ela se torna uma ferramenta poderosa de transformação territorial”, afirmou.
Já a Diretora de Tecnologias Sociais do MCTI, Sônia da Costa, destacou a importância de reconhecer e fortalecer as soluções criadas pelas próprias comunidades. “Tecnologias sociais são respostas criativas e eficazes aos desafios cotidianos. Nosso papel é dar visibilidade, apoio técnico e escala a essas iniciativas que nascem do território”, disse.
Para Diego Menezes, o seminário traz à luz o papel estratégico das instituições de pesquisa tecnológica na construção de soluções voltadas à inclusão social, à sustentabilidade e à redução das desigualdades. “A inovação precisa estar conectada com os territórios e com as necessidades reais da população brasileira. As instituições de pesquisa exercem um papel central na geração de conhecimento e tecnologias de impacto social”.
O presidente da ABIPT ressaltou ainda o uso de tecnologia social desenvolvidas por centros de pesquisa vinculados à associação, com foco em economia solidária, segurança alimentar e tecnologia assistiva.






